"Era uma vez
O mundo"
(Oswald de Andrade, Crônica)
Geralmente, eu gosto mais de ler poemas curtos, porque é mais rápido terminar de ler o poema. Até soneto, que somente tem quatorze versos, é difícil querer ler às vezes. Então é mais provável de que eu gostaria mais de um poema bem curto como este de Oswald de Andrade. No entanto, a brevidade deste poema também dá mais sentido a ele. O autor está zoando as antigas crônicas e histórias dos exploradores. O título é "Crônica," e o poema começa com "Era uma vez." Isto dá o sentido que vai ser alguma grande ou exótica história, mas no próximo verso o poema só termina com "O mundo." Então o autor está dizendo que tudo aconteceu uma vez. A ironia é que uma frase tão simples e curta possa descrever tudo que já aconteceu na história do mundo. É engraçado.
17 de Fevereiro de 2011
"Noite ainda, quando ela me pedia
Entre dois beijos que me fosse embora,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:
'Espera ao menos que desponte a aurora!
[...]
Espera um pouco! deixa que amanheça!'
-E ela abria-me os braços. E eu ficava.
E, já manhã, quando ela me pedia
Que de seu claro corpo me afastasse,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:
'Não pode ser! não vês que o dia nasce?
[...]
Espera um pouco! deixa que anoiteça!'
-E ela abria-me os braços. E eu ficava."
(Olavo Bilac, Tercetos)
Este poema tem duas partes. O autor escreve sobre um amante que quer passar mais tempo com sua namorada. Na primeira parte ele desenvolve alguma desculpa sobre a escuridão da noite e a chuva etc. até a moça calmamente deixa ele ficar até a manhã. Então, na segunda parte, quando finalmente amanheça, a namorada diz que ele deveria sair. Então o amante tem que inventar outra desculpa sobre como é muito cedo, e o que as pessoas pensariam se eles o vissem, e ele quer ficar até a noite, etc. Então ela deixe-o ficar até a noite, e isto é o fim do poema.
Eu acho que este poema captura os sentimentos de namorados novos. Eles só querem ficar juntos, e para eles, nada mais importa. É muito difícil pensar no futuro, e provavelmente eles vão poder se ver novamente. No entanto, enquanto estão namorando, é bem mais fácil pensar só no momento. Se um dos dois precisa sair, o outro vai pensar em tudo que consegue para fazer o primeiro ficar mais tempo. Muitas vezes, portanto, os namorados novos deixam ou esqueçam de fazer seus deveres. Por exemplo, no primeiro semestre que eu estava namorando minha esposa, eu recebi o pior GPA que eu já tenho recebido. Foi muito afortunado que nós nos casamos, porque minhas notas só tem melhorado desde nosso casamento. Ao menos eu estou grato que eu jamais terei que passar por tudo que estes dois namorados neste poema estão passando novamente.
Entre dois beijos que me fosse embora,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:
'Espera ao menos que desponte a aurora!
[...]
Espera um pouco! deixa que amanheça!'
-E ela abria-me os braços. E eu ficava.
E, já manhã, quando ela me pedia
Que de seu claro corpo me afastasse,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:
'Não pode ser! não vês que o dia nasce?
[...]
Espera um pouco! deixa que anoiteça!'
-E ela abria-me os braços. E eu ficava."
(Olavo Bilac, Tercetos)
Este poema tem duas partes. O autor escreve sobre um amante que quer passar mais tempo com sua namorada. Na primeira parte ele desenvolve alguma desculpa sobre a escuridão da noite e a chuva etc. até a moça calmamente deixa ele ficar até a manhã. Então, na segunda parte, quando finalmente amanheça, a namorada diz que ele deveria sair. Então o amante tem que inventar outra desculpa sobre como é muito cedo, e o que as pessoas pensariam se eles o vissem, e ele quer ficar até a noite, etc. Então ela deixe-o ficar até a noite, e isto é o fim do poema.
Eu acho que este poema captura os sentimentos de namorados novos. Eles só querem ficar juntos, e para eles, nada mais importa. É muito difícil pensar no futuro, e provavelmente eles vão poder se ver novamente. No entanto, enquanto estão namorando, é bem mais fácil pensar só no momento. Se um dos dois precisa sair, o outro vai pensar em tudo que consegue para fazer o primeiro ficar mais tempo. Muitas vezes, portanto, os namorados novos deixam ou esqueçam de fazer seus deveres. Por exemplo, no primeiro semestre que eu estava namorando minha esposa, eu recebi o pior GPA que eu já tenho recebido. Foi muito afortunado que nós nos casamos, porque minhas notas só tem melhorado desde nosso casamento. Ao menos eu estou grato que eu jamais terei que passar por tudo que estes dois namorados neste poema estão passando novamente.
11 de Fevereiro de 2011
"Poesia
grão amargo
entre meus dentes."
(Neide Archanjo, Poesia)
Estes três versos constituem este poema todo. Podemos saber que isto é poesia porque tem uma forma claramente diferente do que a prosa. Neide Archanjo está dando a definição de poesia; o que é poesia para ela. É fácil entender o que ela está pensando sobre a poesia. É uma coisa que queremos expressar, mas é muito difícil rasgar da boca. É aquela grão amarga que, se estivesse na terra ao invés de preso nos dentes, brotaria e floresceria em algo bonito. No entanto, até o momento que conseguimos tirar da boca e dizer ou escrever o que estamos pensando, vai ficar nos aborrecendo. Mas, por que está em nossa boca em primeiro lugar? É porque quando criamos os versos lindos da poesia nós desejamos, nós ansiamos para criar mais. Mas quando pensamos em uma idéia para uma poesia, esta idéia vai nos irritando até trabalhamos suficientemente para soltar esta idéia da mente ou da boca.
grão amargo
entre meus dentes."
(Neide Archanjo, Poesia)
Estes três versos constituem este poema todo. Podemos saber que isto é poesia porque tem uma forma claramente diferente do que a prosa. Neide Archanjo está dando a definição de poesia; o que é poesia para ela. É fácil entender o que ela está pensando sobre a poesia. É uma coisa que queremos expressar, mas é muito difícil rasgar da boca. É aquela grão amarga que, se estivesse na terra ao invés de preso nos dentes, brotaria e floresceria em algo bonito. No entanto, até o momento que conseguimos tirar da boca e dizer ou escrever o que estamos pensando, vai ficar nos aborrecendo. Mas, por que está em nossa boca em primeiro lugar? É porque quando criamos os versos lindos da poesia nós desejamos, nós ansiamos para criar mais. Mas quando pensamos em uma idéia para uma poesia, esta idéia vai nos irritando até trabalhamos suficientemente para soltar esta idéia da mente ou da boca.
4 de Fevereiro de 2011
"-Não, Igor. Queremos evitar uma guerra de extermínio. Temos os meios para eliminar a sua espécie, mas...
Outra vez, Igor interrompe, expelindo uma baforada de fumaça que o secretário recebe na cara com maldisfarçado desgosto.
-Negativo, doutor. Vocês não têm como nos liquidar. A bomba? Seria preciso arrasar todas as grandes cidades do planeta, e ainda assim sobreviveríamos nas ruínas. Guerra bacteriológica? Não esqueça que as experiências com germes foram feitas conosco. Existe uma elite entre nós, criada em laboratórios, imune a todos os vírus. Podemos transmitir essa imunidade a várias gerações em questão de semanas. Nós, reverendíssimo, é que temos os meios para liquidar vocês."
(Luis Fernando Verissimo, Negociações)
Nesta crônica, o Luis Fernando Verissimo está contando uma história de uma grande conferência entre a raça humana e os ratos. Já existem bilhões mais ratos no mundo do que homens, e os homens querem negociar como continuar porque acham que quase não há espaço mais para as duas raças. Nesta citação a representante dos ratos, chamado Igor, está explicando por que nenhuma das armas dos homens seria capaz de destruir os ratos. A verdadeira razão é que os homens têm criado um espécie que é imune às suas próprias armas porque experimentaram com os ratos. Se os homens decidam jogar uma bomba, matariam se mesmos com os ratos, e o que é mais é que os ratos conseguiriam viver nas ruínas.
É claro que esta crônica é de ficção, mas tem uma lição, ou pelo menos uma questão, interessante. A raça humana é verdadeiramente a espécie dominante na terra? Talvez pode ser que não. Talvez nós teremos criado uma espécie que é mais resistente do que nós por tanta experimentação nela. Claro que nós temos como destruir todos os ratos, ou todas as outras espécies de criaturas da terra, se pensaríamos que necessitava. No entanto, teríamos que destruir nossa espécie no processo. Agora, eu acredito que jamais haverá uma situação em que a única esperança para salvar a raça humana é de destruir todos os ratos na existência. Contudo, talvez nós como um povo deveríamos tomar mais cuidado e aceitar mais responsabilidade para as nossas ações para com nossa planeta.
Outra vez, Igor interrompe, expelindo uma baforada de fumaça que o secretário recebe na cara com maldisfarçado desgosto.
-Negativo, doutor. Vocês não têm como nos liquidar. A bomba? Seria preciso arrasar todas as grandes cidades do planeta, e ainda assim sobreviveríamos nas ruínas. Guerra bacteriológica? Não esqueça que as experiências com germes foram feitas conosco. Existe uma elite entre nós, criada em laboratórios, imune a todos os vírus. Podemos transmitir essa imunidade a várias gerações em questão de semanas. Nós, reverendíssimo, é que temos os meios para liquidar vocês."
(Luis Fernando Verissimo, Negociações)
Nesta crônica, o Luis Fernando Verissimo está contando uma história de uma grande conferência entre a raça humana e os ratos. Já existem bilhões mais ratos no mundo do que homens, e os homens querem negociar como continuar porque acham que quase não há espaço mais para as duas raças. Nesta citação a representante dos ratos, chamado Igor, está explicando por que nenhuma das armas dos homens seria capaz de destruir os ratos. A verdadeira razão é que os homens têm criado um espécie que é imune às suas próprias armas porque experimentaram com os ratos. Se os homens decidam jogar uma bomba, matariam se mesmos com os ratos, e o que é mais é que os ratos conseguiriam viver nas ruínas.
É claro que esta crônica é de ficção, mas tem uma lição, ou pelo menos uma questão, interessante. A raça humana é verdadeiramente a espécie dominante na terra? Talvez pode ser que não. Talvez nós teremos criado uma espécie que é mais resistente do que nós por tanta experimentação nela. Claro que nós temos como destruir todos os ratos, ou todas as outras espécies de criaturas da terra, se pensaríamos que necessitava. No entanto, teríamos que destruir nossa espécie no processo. Agora, eu acredito que jamais haverá uma situação em que a única esperança para salvar a raça humana é de destruir todos os ratos na existência. Contudo, talvez nós como um povo deveríamos tomar mais cuidado e aceitar mais responsabilidade para as nossas ações para com nossa planeta.
28 de Janeiro de 2011
"Diga-me mais, cavalinho: o que é a dor de um homem quando não há ninguém por perto? Um homem, por exemplo, que caiu num buraco muito fundo e quebrou as duas pernas. Talvez essa dor devore a si mesma, como uma cobra se engolindo pelo rabo.
"Mas tudo isso é nada. Não se parem as coisas por causa de um cavalo. Não se param as coisas nem mesmo por causa de um homem ... Mas por que seria indigno de um ser humano puxar uma carroça? Por que não seria indigno também de um cavalo?" (Sérgio Sant'Anna, Conto (não conto))
Este conto de Sérgio Sant'Anna é quase uma coisa de filosofia. Ele sempre está escrevendo coisas como, "São nada. Ou tudo", e "Um pouco mais que nada. Ou muito, não se sabe". Eu acho este citação interessante porque faz os leitores pensar sobre a importância da vida; não somente da vida humana, mas da vida de qualquer ser. A narração aqui é como Juliet, em Romeo and Juliet de Shakespeare, dizendo, "O que nós chamamos uma rosa/Por qualquer outro nome cheiraria como o doce". Certamente se um homem cai num buraco fundo e quebra as duas pernas vai se sentir muita dor. Mas se nenhum de nós estamos por perto, como saberemos que ele está se sentindo dor? Como saberemos que ele existe mesmo? Mesmo assim, ele está com muita dor, quer saibamos ou não.
Continuando, o Sant'Anna afirma que as coisas não se parem por causa de um cavalo nem por causa de um homem. Se as coisas vão se parar, certamente nós pensariamos que seria para um homem, porque o homem domina o planeta. No entanto, as coisas não se param por ele, então podemos acreditar que a vida do homem é mais importante do que a vida do cavalo? O Sant'Anna acredita que não. Ele afirma isto quando ele continua com a última parte desta citação. Se a vida do homem não é mais importante no grande esquema das coisas do que a vida do cavalo, por que o homem teria vergonha de puxar uma carroça? O cavalo puxa a carroça sem nenhum sentimento de indignidade ou vergonha. Eu acredito que isto pode ser porque a inteligência do homem faz com que o homem é o único ser que consegue pensar que existem tarefas próprias para os animais, e existem tarefas próprias para os homens. Se uma tarefa está delegada para um animal, o homem estaria regredindo ao fazer a mesma tarefa. Mas tudo isto somente vem da mente do homem, porque qualquer outro ser não se importaria com estas tipas de coisas.
"Mas tudo isso é nada. Não se parem as coisas por causa de um cavalo. Não se param as coisas nem mesmo por causa de um homem ... Mas por que seria indigno de um ser humano puxar uma carroça? Por que não seria indigno também de um cavalo?" (Sérgio Sant'Anna, Conto (não conto))
Este conto de Sérgio Sant'Anna é quase uma coisa de filosofia. Ele sempre está escrevendo coisas como, "São nada. Ou tudo", e "Um pouco mais que nada. Ou muito, não se sabe". Eu acho este citação interessante porque faz os leitores pensar sobre a importância da vida; não somente da vida humana, mas da vida de qualquer ser. A narração aqui é como Juliet, em Romeo and Juliet de Shakespeare, dizendo, "O que nós chamamos uma rosa/Por qualquer outro nome cheiraria como o doce". Certamente se um homem cai num buraco fundo e quebra as duas pernas vai se sentir muita dor. Mas se nenhum de nós estamos por perto, como saberemos que ele está se sentindo dor? Como saberemos que ele existe mesmo? Mesmo assim, ele está com muita dor, quer saibamos ou não.
Continuando, o Sant'Anna afirma que as coisas não se parem por causa de um cavalo nem por causa de um homem. Se as coisas vão se parar, certamente nós pensariamos que seria para um homem, porque o homem domina o planeta. No entanto, as coisas não se param por ele, então podemos acreditar que a vida do homem é mais importante do que a vida do cavalo? O Sant'Anna acredita que não. Ele afirma isto quando ele continua com a última parte desta citação. Se a vida do homem não é mais importante no grande esquema das coisas do que a vida do cavalo, por que o homem teria vergonha de puxar uma carroça? O cavalo puxa a carroça sem nenhum sentimento de indignidade ou vergonha. Eu acredito que isto pode ser porque a inteligência do homem faz com que o homem é o único ser que consegue pensar que existem tarefas próprias para os animais, e existem tarefas próprias para os homens. Se uma tarefa está delegada para um animal, o homem estaria regredindo ao fazer a mesma tarefa. Mas tudo isto somente vem da mente do homem, porque qualquer outro ser não se importaria com estas tipas de coisas.
21 de Janeiro de 2011
"Adeus, meu caro senhor. Se achar que esses apontamentos valem alguma coisa, pague-me também com um túmulo de mármore, ao qual dará por epitáfio esta emenda que faço, aqui ao divino sermão da montanha: 'Bem-aventurados os que possuem, porque eles serão consolados'". (Machado de Assis, O Enfermeiro)
Este é o último parágrafo deste conto, e também é o último justificação do Procópio. Em alguns outro contos do Machado de Assis, o desfecho é quado alguém é matado. No entanto, em O Enfermeiro, a complicação é quando o Procópio mata o coronel Felisberto. Durante o resto do conto, o Procópio fica justificando a ação de matar o coronel. O testamento final do coronel deixa toda a sua fortuna com o Procópio. O Procópio fica com tudo mesmo que ele é atormentado toda a sua vida porque ele é a única pessoa que sabe não somente que o coronel foi assassinado, más que foi o Procópio que o matou. Por causa desta tormento interno, o Procópio deve ter algum meio de aliviar sua culpa. Uma maneira é de narrar este conto para que os leitores possam saber a verdade a respeito do morte do coronel. O outro é de justificar suas ações. Ao final, ele conclui que o maior aflição que ele tem é de viver o resto de sua vida com o fortuna do coronel. Sua vida tem sido preenchido desde a morte do coronel com tanta justificação que ele tem que mudar as palavras da bíblia para ter algum consolo. A ironia do conto é que ele espera que, "Os que possuem ... serão consolados" porque ele descobriu que possuindo todas as coisas materiais não dá felicidade nem paz de consiência.
Este é o último parágrafo deste conto, e também é o último justificação do Procópio. Em alguns outro contos do Machado de Assis, o desfecho é quado alguém é matado. No entanto, em O Enfermeiro, a complicação é quando o Procópio mata o coronel Felisberto. Durante o resto do conto, o Procópio fica justificando a ação de matar o coronel. O testamento final do coronel deixa toda a sua fortuna com o Procópio. O Procópio fica com tudo mesmo que ele é atormentado toda a sua vida porque ele é a única pessoa que sabe não somente que o coronel foi assassinado, más que foi o Procópio que o matou. Por causa desta tormento interno, o Procópio deve ter algum meio de aliviar sua culpa. Uma maneira é de narrar este conto para que os leitores possam saber a verdade a respeito do morte do coronel. O outro é de justificar suas ações. Ao final, ele conclui que o maior aflição que ele tem é de viver o resto de sua vida com o fortuna do coronel. Sua vida tem sido preenchido desde a morte do coronel com tanta justificação que ele tem que mudar as palavras da bíblia para ter algum consolo. A ironia do conto é que ele espera que, "Os que possuem ... serão consolados" porque ele descobriu que possuindo todas as coisas materiais não dá felicidade nem paz de consiência.
14 de Janeiro de 2011
"'Filosofia da história', por exemplo, é uma locução que deves empregar com freqüência, mas proíbo-te que chegues a outras conclusões que não sejam as já achadas por outros. Foge a tudo que possa cheirar a reflexão, originalidade, etc., etc." (Machado de Assis, Teoria do Medalhão)
Teoria do Medalhão, escrito por Machado de Assis, é um diálogo entre um pai e seu filho, que está para fazer seus 22 anos. O filho está entrando na maioridade, e o pai está dando conselho a ele. O pai quer mais do que tudo que seu filho se torna "medalhão", que quer dizer uma figura cheio de si, que tem capital social, mas não faz nada nem contribua nada a sociedade. Esta passagem é interessante porque o pai diz ao filho que não deve pensar por si mesmo. Todas as idéias importantes já foram descobertas, e o bom medalhão só repete estas idéias. O pai até fala que seu filho deve fugir de qualquer coisa ou situação que pode ser interpretada de o filho chegando a seus próprios conclusões sobre qualquer assunto. O que é interessante é que o pai já está fazendo que o filho não pensa por si mesmo. Ele está influenciando o filho a ser o que ele quis ser, mais nunca será. O pai deve estar pensando que se o filho dele torna-se alguém importante, o pai também será importante pela relação. Este é um pai que quer ser uma pessoa importante, más nunca poderia, então precisa viver vicariamente pelo seu filho. E para alcançar este sonho, o filho deve ser uma pessoa importante que pode ser manipulado pelo pai, e não há nehuma carreira melhor por isto do que o de medalhão.
Teoria do Medalhão, escrito por Machado de Assis, é um diálogo entre um pai e seu filho, que está para fazer seus 22 anos. O filho está entrando na maioridade, e o pai está dando conselho a ele. O pai quer mais do que tudo que seu filho se torna "medalhão", que quer dizer uma figura cheio de si, que tem capital social, mas não faz nada nem contribua nada a sociedade. Esta passagem é interessante porque o pai diz ao filho que não deve pensar por si mesmo. Todas as idéias importantes já foram descobertas, e o bom medalhão só repete estas idéias. O pai até fala que seu filho deve fugir de qualquer coisa ou situação que pode ser interpretada de o filho chegando a seus próprios conclusões sobre qualquer assunto. O que é interessante é que o pai já está fazendo que o filho não pensa por si mesmo. Ele está influenciando o filho a ser o que ele quis ser, mais nunca será. O pai deve estar pensando que se o filho dele torna-se alguém importante, o pai também será importante pela relação. Este é um pai que quer ser uma pessoa importante, más nunca poderia, então precisa viver vicariamente pelo seu filho. E para alcançar este sonho, o filho deve ser uma pessoa importante que pode ser manipulado pelo pai, e não há nehuma carreira melhor por isto do que o de medalhão.
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